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(— 2017.
— É... 2021.)
O De Já Vu...
Me vi e estou só.
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Parei de querer entender
Agora é só trabalho
Também parei de dizer
Que eu não falho
Afinal a tarefa
Que mais fácil aceitamos é falhar
E por falar nisso
Ainda estou a me doutrinar
O erro sempre junto do grito
Penso nisso, logo não desisto
Existo pra mim mesmo, não ando a esmo
Mesmo que o fim seja um novo começo
Eu nunca desmereço
Eu continuo e envelheço
Atuo e pago o preço
Construo e meço o avesso do universo
Perpetuo pelo inVerso dessa massa violenta
E concluo esse verso denso de massa cinzenta
Por favor compreenda, entenda
Que essa falsa evolução que está pautada em contenda
Alimenta implantes do inimigo
E seu "justo juízo" é equívoco
Não conhece o coração do amigo
Então não tome partido
Partindo de um pressuposto
Que cria conflito
Sorrindo por um preço imposto
Que eu não estou disposto a pagar
Mas vamos lá, ainda há tempo pra recomeçar
E percebi, que agora é a hora, não demora
Pois a surra que nois toma
É pior que vara de amora
E o demônio comemora
Quando vê que estamos nos dividindo
Continue se ouvindo
Se eu previsse toda imundície acumulada
Sobrevivi, agora não me resta mais nada
Resgatar a minha essência
A partir da experiência de expiação
É a união que fortalece
Uma espécie não catalogada
Logada na...
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...teia magnética
Disseminadores da Cósmica Genética
Os compositores da Sinfonia Onírica
Vida sintética (Hã?) É!
A poesia cibernética
Infiltrando na cabeça metafísica
Poética, rítmica, sem mímica
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Dentro do casarão, meu irmão
Não tem contradição que não seja revelada.
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(me vi e estou s...)
Sou os olhos de quem chora
Os ouvidos de quem ignora
Escolhido por quem foi embora
Os pedidos de quem implora
Defendido por quem faz
A história acontecer
Me sinto perdido
Tenho vivido
Em outro mapa de memória
Sou o mistério que jorra do sangue de alguém
Em frente ao templo dos fetos
Um dia disseram: Sois Ninguém
Tu estavas lá também
Pois sei que em um outro dia
Fomos um outro alguém...
Lábios transmitem o Verbo,
Movimentos silábicos que fazem os véus descer
Tomos do que fomos: condenados
Na Torre de Babel, assassinados
Eis a sina dos deuses caídos
Poetas são os que seguem na mira do Sol-Que-Irá-Nascer
Fui o manto de um velho
A loucura de um monge
Eu pensei em fugir, eu tentei me afastar
Mas um canto bem de longe
É o que me fez continuar
Coloco o Fone
Foco no Sem-Nome
Mil clones nos véus
Reivindicam meu céu
Do nascente ao horizonte: A Mirage
Século XXI: No meu Jihad
Os réus beberão do néctar
Do mais puro fel da fonte
O pacto revigora
Os lunáticos
Que outrora
Choravam
Embaixo da ponte pra cá
É o nosso facho que torra o teu drone
Benditos serão os Herdeiros
Sem o teu maldito sobrenome.
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O vento que soprou do Leste me fará enxergar
Eu vi a forma de nos tirar desse lugar
Sei que vou acordar
Mas ainda sei que falta lucrar
É só dar voz ao que vem de dentro, sentimento
Iluminei meu templo, nossa mente
Um navio que cruza o mar
Meu passado é o presente que os fetos vão herdar
O vento que soprou do Leste me fará enxergar
Eu vi a forma de nos tirar desse lugar
Sei que vou acordar
Mas ainda sei que falta lucrar
É só dar um nó ao que vem de dentro, pensamento
Iluminei meu tempo, nossa mente
O barril que despeja o mar
Meu projeto é o fardo que o Arquiteto irá pesar
inVerso.