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Respiro fundo penso, o quanto passou,
o quanto foi tenso, o quanto valeu,
o quanto eu perdi, o quanto o meu eu
nem eu mesmo compreendi.
Minha diáspora, áspera,
mas fiz disso uma sátira, pra quebrar
qualquer má visão e mal olhado,
cê ta ligado, que a mão que estende
pode não ser seu aliado.
É como vinho memo, mais velho,
mais sábio pra driblar os contra tempos.
Hoje sou tipo um Rivaldo maravilha,
pode vim de mal fluido que daqui tiro de triva,
já nem me atento a noção do tempo,
deixo que o tempo me carregue ao soprar do vento,
to tipo Zeca já não quero mais preocupação,
ter quem eu gosto do meu lado é a minha ambição.
Eu paro e observo um pouco,
será que o que fiz foi pouco,
talvez só to ficando louco,
quem sabe o muito era esse pouco,
tanto me pergunto, me perco em meu mundo,
madruga vem afundo e nisso me afundo,
como Kevin Crumb, diversas facetas
procuro o meu eu pra fugir desse planeta,
e só respirar, tempo pra pensar.
Pra me adaptar é disso que preciso,
por isso distancio minha mente
meu foco de todo o feitiço,
me desprendo dos antigos vícios,
mas me prendo em um novo inicio,
do precipício a outro princípio, sei lá,
to divagando até o seu ouvido, se pá,
já to cansado vou encerrando isso, vê lá,
minha mensagem é meu compromisso!