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Sim sim, ya... Tranquilo...
Já estava à espera ya...
Mais do mesmo, sim, sim...
Tranquilo, tranquilo...
Temos que sorrir para a vida né...
Quantas vezes a gente tenta e Inventa com cada cena só para ver se lá chega
Dizem que a vida é princesa mas, quando a gente a ama ela torna-se numa pega
O estado não dá sossego é só banhadas no percurso
Bora baixar o desemprego? Ya, tão tomem lá um curso
Isto anda uma palhaçada e o povo na figura de urso
Neste circo de gente paga para alinhar no concurso
Há quem viva do nada, do nada nasce pouco
Que quem disse que nascia tudo devia era estar louco
Todos ficam a dever e quando pagam não há troco
E para os que nos andam a comer em risorts a beber um coco
Claro que o people fica maluco e gasta o que sobra em vícios. Vícios...
Sem meios para atingir fins quando o estado só nos cobra inícios. Inícios...
E tu não te batas de bruto se só pensas em ti puto
Se a única vez que tu estás de luto é quando apagas o charuto
Até padre vira psicólogo para deixar sua prece
Porque hoje em dia na Igreja já não há quem se confesse
Que todos fiquem na bless
É quase só o que eu peço
Por iso não me peças nada
Porque eu só tenho este verso
Este ombro, este laço, no teu tombo um abraço
Bem redondo pois é escasso e já quase ninguém fornece
Quem chumbou se não chumbasse não sabia o que é viver
Como quem estudou se não estudasse talvez pudesse saber
E o Colombo que nadasse se nem um barco tivesse
E o pombo se não voasse ninguém conhecia a liza, esquece
Não não. Ninguém conhecia a liza
E não basta andar no terreno
Só a provar do veneno
Há quem não tenha asas pra voar
E ache o mundo tão pequeno
Tão pequeno...
E seja BPI, Caixa Geral, Montepio ou BES
Neste Milénio qualquer banco é ladrão
Por isso não te basta teres uma atitude fresh
Se quando é para roubar para eles é sempre verão
A vida não é madrasta porque ela tem uma mãe
Nesta geração à rasca, só se for dum wc
Se tu tens pernas e braços, então podes ir mais além
Só não digas que a vida é puta se a tratas por você
Hei de mudar a minha vida mesmo que demore bué
Mesmo que bula mais uns cem anos num armazém de pé
Mesmo que apanhe só grandes mocas no café
Ou já só grave sons a dizer "yeah yeah..."