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Sai da corrida dos ratos
Servi minha alma com Licor
Pus o nome no contrato
Ninguém mais pega meu flow
Fiz enquanto eles latiam
Mão caleijada cartão clonado
BM rebaixada chassi raspado
Uma mão no volante Outra na granada
Se isso te dá asas Por que não voa?
Depois da fronteira e ninguém mais vê
Respeito o meu time e minha coroa
Pois até quem me chupa quer me fuder
Se eles querem meu sangue essa é minha artéria
Sem piadas que o trampo é bagulho sério
Pelo flanco meu bando assassina em série
Diz pro mundo que o pai já voltou de férias
Cinco ano parado, e to entre os 5
Voltei destruindo seu castelo
Deu vacilo comigo nem olha no olho
Mano se cê quer paz então parabellum
To na rua não encosta em mim
Faz a fila pra me ver vencer
Que essas bala não são de festim
Essas linhas nem são pra você
Preparo pra guerra porque quem quer me quebrar uma hora vacila
Uma mão no cordão e a outra no fura dentro da mochila
Pai esses cara não conhece os cara que cola comigo
Piso no inferno com a mesma dispo que no paraíso
Compondo essas linhas de soco dentro do meu quarto 5 da madruga
Jogo no copo whisk sem gelo enquanto o inimigo afunda
Quatro comparsa com quatro quadrada de escolta no uno
Quem vem de encontro se acha mas nunca foi porra nenhuma
Peça na cinta sonho na mochila
A resposta pra quem duvidava
Trampo pesado enquanto ele cochila
Meu fardo me eleva onde as lágrimas lavam
Eu vejo o inimigo engatilho a peça,corre
Cobro o que o mundo me Deve
Irmãos morreram trocando de nove
Rivais sangraram molhando essa terra
Taça pro ar
Evita o choro de mãe
Pai eu não vou recuar
Cortando o PR as quatro da manhã
Eles não me alcançam que eu posso voar
Essas linguas não me tocam
Por que meu santo tá sempre na febre
São Jorge q tá fechando meu peito
Quem é de verdade sabe quem não é
Tô no corre do din
Enquanto o galo canta
Uns vende branca
Outros vende planta
Meus manos dançam com o Pânico
Um pé no paraíso
Um pé em Guantânamo
Venda nos olhos
Algemas nos pés
No porta mala de um pm cheirado
Um trilha de sangue na mata fechada
Corpos do meu povo empilhado
Eu canto o crime
Enquanto passo um corre
De um quilo e meio
Num golf prata
À vista os 20 que coiote cobra
A carga é dobrada
Quando canta o galo
Chego em casa quando o sol nasce
Na pele, pólvora chama pecado
Sangue e suor nessa mesma peita
Em noite de guerra a mãe deita um rosário
Amém
Preparo pra guerra porque quem quer me quebrar uma hora vacila
Uma mão no cordão e a outra no fura dentro da mochila
Pai esses cara não conhece os cara que cola comigo
Piso no inferno com a mesma dispo que no paraíso
Compondo essas linhas de soco dentro do meu quarto 5 da madruga
Jogo no copo whisk sem gelo enquanto o inimigo afunda
Quatro comparsa com quatro quadrada de escolta no uno
Quem vem de encontro se acha mas nunca foi porra nenhuma