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Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, ô-ô-ô
Perdi o medo de ser singular (singular)
Sozinha, eu chego em qualquer lugar
Eu confesso
É muito bom abrir um vinho a dois
Quando os dois tão lá
Mas não preciso de ninguém na mesa
Só pra ocupar lugar
O corpo presente, a cabeça em outro lugar
Goiânia, diz!
Se eu quiser me esquentar, eu desligo o ar
Mordida e carinho, até cachorro dá
Se for só pra me usar, melhor nem ligar
Mordida e carinho, até cachorro dá
Se for só pra bagunçar o meu coração
Vaza do meu colchão
Para-rá-rá
Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, ô-ô-ô
Joga a mão em cima
E grita o quê?
Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, ô-ô-ô
É muito bom abrir um vinho a dois
Quando os dois tão lá
Mas não preciso de ninguém na mesa
Só pra ocupar lugar
O corpo presente, a cabeça em outro lugar
Joga a mão em cima e diz!
Se eu quiser me esquentar, e o quê? (eu desligo o ar)
(Mordida e carinho, até cachorro dá)
Se for só pra me usar, melhor nem ligar
Mordida e carinho...
Mais uma vez, eu quero ouvir, vai!
Se (eu quiser me esquentar), eu desligo o ar
Ô-iê, ô-ô
Se for só pra me usar, melhor nem ligar
Mordida e carinho, até cachorro dá
Se for só pra bagunçar o meu coração
Vaza do meu colchão (colchão)
Ah-ah-ah, para-rá-rá
Ah-ah-ah, ô-ô-ô
Quem gostou, dá um gritão, Goiânia!