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Parece sempre que quando falo não me ouvem
Eu que estou entre ser uma sombra e ser alguém
Isto de ser de todos é mais não ser de ninguém
Parece sempre que sou de todo o lado
Eu que tou entre a verdade e o pecado
Corro pro passado
Pra tentar não ser ninguém
Ao menos neste ventre
Entre existir e ser amado
Devo-me à bondade, deixo-a guiar o fado
E deixo tudo ao acaso para poder brincar
Eu so sei que passar por mim
Sem nunca duvidar
É viver com o medo
De andar pra frente
Sem questionar
É olhar pro mundo sempre a achar
Que te vão dar respostas pra continuar
Eu so sei que passar por mim
Sem nunca duvidar
É viver com o medo
De andar pra frente
Sem questionar
É tratar o ar sempre a achar
Que é de oxigénio que vais precisar
Pra poder brincar
Vivo sem precedentes
O universo a disparar
Eu sem entender se é cá que devo estar
Se posso estar em qualquer lado ... saber se é aqui o meu lugar?
Agarro o verso pelos dentes
E dou nexo à criação
A guita a dar medo aos presentes
Eu focado na intenção
Deixo entrar a confusão
Pra poder brincar
Eu só sei que passar por mim
Sem nunca duvidar
É viver com o medo
De andar pra frente
Sem questionar
É olhar pro mundo sempre a achar
Que te vão dar respostas pra continuar
Eu so sei que passar por mim
Sem nunca duvidar
É viver com o medo
De andar pra frente
Sem questionar
É tratar o ar sempre a achar
Que é de oxigénio que vais precisar
Pra poder tripar.