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Que não repita a quem vier
Este bacano faz anos que me apareceu
E eu já estou pelos cabelos, que mais quero eu
Se ainda os tenho, vou dar-lhes uso
Franja testa a meio
Mais um corte matrifuso
Esse nino que é homem, gajo e indivíduo
Levou na cara e nas costas andou sumido
Viu tudo explicitamente e a ranger os dentes
Tão inocente
Sinto mais do que convém
Não desejo a ninguém
Mas se quiser passar por tudo
Sou a minha própria musa
Que não repita a quem vier
Saí do mesmo espaço e me safo, me faço
Este bacano foi papi, mano e afins
Tal é a panóplia de coisas, sem ter tempo pra si
Confundiu dor, com receber amor
Fez disso a rotina deu uma morte jacobina
Esse filho d'um filho que andou perdido
Pôs a mão na testa e com essa fez o próprio caminho
A pouco a pouco já não se fica
'Tá refinado, só ouve quem lhe estima
Sinto mais do que convém
Não desejo a ninguém
Mas se quiser passar por tudo
Sou a minha própria musa
Sinto mais do que convém
Não desejo a ninguém
Mas se quiser passar por tudo
Sou a minha própria musa