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Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Se alguém desempenhar um bom papel
Vai se desforrar ao habitar um novo céu
É tempo de interpretar o mordomo, a madame
E até se precisar chorar, tudo mais que se dane
Do Coliseu vai do Leblon ao Catiri
Em tua mente QI, do Oiapoque ao Chuí
É tempo de interpretar o profano e o santo
Porém jamais se acabará o prazer no campo
Vem se deixar, vem pintar, vestir a fantasia
Algo vai nos guiar ao fim da nostalgia
Vem mergulhar, vem se esbaldar
Larga essa covardia, essa timidez
Vem se pintar, se entregar outra vez
Vem, se joga logo
Vem mergulhar, vem se esbaldar
Larga essa covardia, essa timidez
Vem se pintar, se entregar outra vez
Vem, se joga logo
Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Do Coliseu vai do Leblon ao Catiri
Em tua mente QI, do Oiapoque ao Chuí
É tempo de interpretar o profano e o santo
Porém jamais se acabará o prazer no campo
Vem se deixar, vem pintar, vestir a fantasia
Algo vai nos guiar ao fim da nostalgia
Vem mergulhar, se esbaldar
Larga essa covardia, essa timidez
Vem se pintar, se entregar outra vez
Vem, se joga logo
Vem mergulhar, vem se esbaldar
Larga essa covardia, essa timidez
Vem se pintar, se entregar outra vez
Vem se joga logo
Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na, na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Na-na-na-na-na
Thuru-thuthuru