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E aí, Bong, meu parceiro, forte abraço
Aí ó, daora SP-MG, MG-SP, vamo!
Não adianta o beat pegar fogo se sua letra esfria
E não adianta ter virtude se ela fica em teoria
Nessa aqui esqueci do flow pra te mostrar o que poesia
Só com bumbo e um clap seco que essa é por filantropia
Mesmo sendo regada do que eu não desejaria
Mas é que dor sempre trava a garganta
De quem sempre apanha quieto, revida
Mas quem sofre calado, uma hora grita
Pequenos fragmentos são átomos de uma vida
É que cês planejam o futuro, mas se esquece do agora
Então me diz como se sente cavando sua própria cova
É como ter matéria prima e não ter a mão de obra
Mas o pior cê ainda não viu, nosso covil cheio de cobra
Mas triste é ver que quem foi, já era uma alma morta
E por isso não tá envolvido, vira massa de manobra
E falso fala pra caralho, mas na hora H num brota
É que o môio azedou, por isso os verme tão na moca
Sem vaidade, vida lixo, eu sepulto meu vazio
Eles tentaram me apagar, mas quem é luz, brilha sozinho
Eu fiz das dores mil motivos, sem ela não vivo
E se nesses versos arrepio, é por que em mim mesmo me inspiro
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo
E pros bico? A bala crava na testa
Ter paciência eu tenho, mas, meu mano, não me testa
Eu não vim ser parte do circo, vim por fogo na festa
E lembrarão meu nome porque me aturar é resta
E nóis é gueto (Não crime)
O foco é o Hip-Hop, louco
Eu abandonei essa vida pra coroa não ter desgosto
E fácil se vir me julgar sem ver meu suor no rosto
Cê nunca apertou minha mão e mal sabe do que sou disposto
Cês são esboço e não vive de sonho
Me lançaram no inferno só pra eu matar meus demônios
Não viveram o que vivo, não entenderão o que canto
Essa é lotadão de gana e o alívio não é momentâneo
Chapa o crânio que agora é só consequência
E se essa porra estourar, vou ter que equalizar frequência, porra
Coé, Bonguera? Ou, Bonguera, tá aí, mano?
Esse é o retorno da nova era, pique Ganhdi
Se tem algo a dizer, então fale agora ou cuspa sangue
É que guardar essas fita aí é como viver em morte constante
E pra atingir o renascimento se mantenha cintilante e viajante
Nóis é espírito, e não corpos
E no terceiro dia quem venceu o mundo dos mortos?
E os porcos? Deixem que fiquem com as pérolas
Pois cédulas, são celas pra quem vive atrás delas
Só que aqui
A família é sagrada e nóis tá pra morrer por quem fecha no certo
E é sem deixar falha, é sem deixar falha
Os que por nós se mata, nóis pula na bala
Reciprocidade é o jeito que nóis trata
Quem tanto merece o suor de nossa batalha
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo
São meia noite e pouco, ó
Com inimi-Não envolvo, ó
Sei que falta pouco, eu não quero morrer de novo