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O centro do olho, no furacão:
onde as águas se dividem!
Na divisa a visão viabiliza a intuição
local em que máquinas colidem
Afogam-se em suas mágoas, não resistem!
Sem a sensação da verdade,
Irmão, sua voz afundará num movediço alpiste!
Como é irônico o papo platônico
de seres que se acham donos de tudo que existe!
No fundo cármico de um lago high-techtônico,
caminho largo!
Colam placas, sangram-se as facas
no jogo dos tronos!
Vortex estoura seu córtex,
ressuscita Esfinge num corte titânico!
Faraós tirânicos vos matam em rituais satânicos!
Há, Cômico!
Mas pra quê preocupação com fusão atômica?
Quando a explosão nuclear que afundou Atlântida?
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Eu conheço o implante!
Plantado por Quem-Vem-Bem-Antes
Para ativar
No instante que o corpo de carne
Ganhar o distante
Sopro de vida
Tô com a saída!
Flow labirinto do laboratório
Te causa instiga e busca!
No porco um infarto em forma de música,
Meu canto é um surto, escutou?
O louco acordou
Na encruza que ofusca!
Religado à Força Piramidal!
Míssil da Rússia na esquina
Ao lado o disparo de um paraffal, fazendo faxina!
Olhe o território da minha usina pineal,
O enxame de bactéria!
A biblioteca tem literatura Sumérica, Maia ou Latinoaméricana...!
... na mente fiz a ponte com a Sibéria, em coma
O frio tomou conta de mim...
No fio da agulha, rajadas de fagulhas passam
Antes que se desfaçam os caminhos
Desdobram-se exús, querubins
Guerra no Cosmos e Tu ainda tá aqui, infeliz!
Vivem de diz-que-me-disse
Num flash mil vidas passam
O bang acaba e tu tava só!
Mirando o próprio nariz.
Conhecimento efêmero aprendi, mas de mim transborda, de longe, na minha fronte
Um Eterno Oásis.