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Novos hábitos, novo rosto
Pro antigo Marcelo
O Tchelo é aponta do iceberg
Se prepara pra ver meu castelo, vai
Crava minha luta na pedra
Eu falo de guerra, porque eu 'tava lá
Mas eu não tive nela
Poucos passaram a cancela
Na hora de falar de vida real
Vocês só são real quando é pra 'tar na tela
Olha, olha eu tirando o diamante da terra
Que 'cês cavaram sem cautela
Metamorfose infinita
Minha vida não é porta-retrato, é janela
Me vi perdido esperando a vitória
Mas ela só chega se eu corro atrás dela, dela
Soco do Balboa na cara do bico
A gente veio lá do pó
Sei muito bem o que é conquistar minhas parada'
Desses boy eu tenho dó
Sentimento de vitória é o que me mantém vivo
E se eu perco, eu volto melhor
Volto melhor
Volto melhor
Troféu na parede da minha goma
Reconheço que já não tem preço que compra
Minha paz
Minha paz
Diferente do que eu era, eu continuo sendo o Tchelo
Não me reconheço neles, não quero por perto
Te vejo de longe, mas você 'tá na minha lente
Tentou como nunca ser igual eu, mas falhou como sempre
Todos esses maninhos são só moleque (só moleque)
Bandido de trend, de internet
Antes da decoração, arrume a casa
E observe todos eles prontos pra puxar o carpete
Novo hábito, todo jogo é clássico
Saia da arquibancada pra falar que é fácil
Já que é fácil, então faça da forma que eu faço
É simples julgar meus atos, se coloque na minha posição
Geral tem o poder da palavra
Eu sou um vilão e um herói depende de quem fala
Uma gota de ódio deles no mar de superação
No máximo da aflição, mas sei que não vai mudar em nada
(Nada, nada, nada, nada)
Não há nada de no sense nesse verso
O que há é falta de alcance de alguns críticos
Que nos pune pela sua ignorância
Eu não posso fazer nada